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São Paulo amplia controle sanitário em cadeia da tilapicultura por causa de risco de vírus exótico

São Paulo amplia controle sanitário em cadeia da tilapicultura por causa de risco de vírus exótico

O Governo de São Paulo está tomando medidas para proteger a cadeia da tilapicultura do Estado, que enfrenta riscos de introdução de enfermidades exóticas. Segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), a produção de tilápia em São Paulo alcançou 54,17 mil toneladas em 2025, com aumento de 4% em relação ao ano anterior e faturamento de R$ 494,11 milhões.

Controle sanitário é fundamental

Para o secretário Geraldo Melo Filho, a preservação do status sanitário é condição para a continuidade da atividade. "São Paulo construiu uma cadeia de tilapicultura sólida e em expansão. Proteger o status sanitário da produção é garantir investimentos, segurança alimentar e condições para o crescimento sustentável do setor," disse.

Riscos internacionais

O acompanhamento considera a circulação do Tilapia Lake Virus (TiLV), registrado em países da Ásia, África e Oriente Médio. O vírus pode causar alta mortalidade nos plantéis e afetar a produção, segundo o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura, Francisco Medeiros.

Monitoramento envolve protocolos de biossegurança

Para garantir a segurança da produção, o Instituto de Pesca e a Defesa Agropecuária intensificaram o acompanhamento técnico e epidemiológico. O monitoramento envolve protocolos de biossegurança e rastreabilidade, segundo o coordenador do Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (CIPOAV), João Gustavo Pereira Loureiro.

Cadeia produtiva é fundamental

A tilápia é a proteína de pescado mais consumida no Estado e faz parte do Valor da Produção Agropecuária (VPA) paulista, indicador utilizado no planejamento de políticas públicas. A cadeia produtiva é fundamental para garantir a segurança alimentar e a competitividade do setor.