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ANP não vê risco de desabastecimento com forte oscilação de preços externo

ANP não vê risco de desabastecimento com forte oscilação de preços externo

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não vê risco de desabastecimento de combustíveis no mercado, apesar de relatos de restrição de oferta no Sul.

A declaração foi feita pelo diretor-geral da ANP, Arthur Watt, em resposta a relatos de que a Petrobras tem negado pedidos de compra de volumes extras de diesel por distribuidoras.

A Petrobras tem alcançado uma defasagem recorde diante de uma disparada dos valores no mercado externo.

O diretor-geral da ANP afirmou que a agência está acompanhando a situação dia a dia e não vê nenhum gargalo físico para o abastecimento nacional no momento.

Watt explicou que as queixas recebidas envolvem questões contratuais entre agentes, incluindo Transportadores-Revendedores-Retalhistas (TRRs), e não problemas de oferta.

A forte oscilação de preços externo tem afetado o mercado de combustíveis, mas a ANP não vê risco de desabastecimento.

A situação é dinâmica e os preços internacionais têm flutuado bastante, mas a ANP tem visto que os principais produtores, incluindo a Petrobras, têm estoques regulares e entregas normais.

A ANP está seguindo a situação com atenção, mas não vê risco de desabastecimento de combustíveis no momento.

A ANP é responsável por regular o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis no Brasil.

A declaração da ANP vem em um momento em que o petróleo ultrapassou os US$ 100 por barril na segunda-feira, o valor mais alto desde meados de 2022.

O petróleo desabou após entrevista do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre o fim da guerra com o Irã.