O impacto da queda do Ibovespa nas previsões de investidores
O Ibovespa encerrou a última sessão em forte queda, interrompendo a sequência de três altas consecutivas e reforçando o movimento corretivo iniciado após a renovação de máximas históricas.
O índice recuou 2,55%, aos 179.284 pontos, após oscilar entre a mínima em 178.494 pontos e a máxima em 183.991 pontos.
No gráfico diário, observo que o índice voltou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando perda de força no curto prazo.
A estrutura de longo prazo ainda aponta tendência de alta, mas o cenário recente exige cautela.
Um ponto relevante é a região de suporte em 177.636 pontos: caso seja rompida, o mercado pode confirmar um pivô de baixa, abrindo espaço para movimentos corretivos mais amplos.
Para que o Ibovespa volte a ganhar tração positiva, será necessária a entrada consistente de fluxo comprador para superar a faixa de resistência em 185.715/189.602 pontos e, posteriormente, a máxima histórica em 192.623 pontos.
Acima desses níveis, os alvos projetados passam a ser 193.270/196.075 pontos, com extensão até 199.540 pontos.
Em cenário alternativo, a continuidade do fluxo de baixa dependerá do rompimento da região de suporte em 177.636/171.815 pontos, o que pode levar o índice a testar 166.467/163.750 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa confirmou o enfraquecimento ao fechar abaixo das médias de 9 e 21 períodos, indicando pressão vendedora no curtíssimo prazo.
Para que o índice tente reagir, será necessário superar a região de resistência em 180.100/180.920 pontos.
Caso essa recuperação ganhe força, o mercado tende a enfrentar novas resistências em 183.980/185.635 pontos.
Acima dessa faixa, os próximos alvos intradiários passam a ser 186.700/190.110 pontos.