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Demanda aquecida e tensão no Oriente Médio impulsionam preço do boi gordo

Demanda aquecida e tensão no Oriente Médio impulsionam preço do boi gordo

Na primeira quinzena de março de 2026, a arroba do boi gordo registrou valorização de 10,21% em relação à média de fevereiro, alcançando US$ 65,40 em Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Segundo o instituto, a demanda global aquecida tem sustentado a alta da arroba na parcial de março de 2026. Em São Paulo, a cotação chegou a US$ 69,60 por arroba, avanço de 5,75% no mesmo comparativo.

Além disso, a instabilidade no Oriente Médio tem afetado rotas logísticas e pressionado os custos de transporte, com alta nos fretes, combustíveis e seguros marítimos, movimento que pode refletir em elevação nos preços da carne bovina exportada.

O preço do boi gordo também foi afetado em outros países, como a Argentina, onde a arroba subiu 8,96% para US$ 71,47, e no Uruguai, onde a alta foi de 4,62% para US$ 84,27.

Como isso afeta o consumidor?

A alta nos preços do boi gordo pode afetar a renda dos consumidores, especialmente aqueles que dependem da carne bovina como fonte de proteína. Além disso, a instabilidade no Oriente Médio pode afetar a disponibilidade e o custo da carne bovina exportada.

É importante notar que a situação pode mudar rapidamente, e é fundamental seguir as atualizações do mercado para entender os impactos da demanda global e da tensão no Oriente Médio nos preços do boi gordo.