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Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm queda inesperada

Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm queda inesperada

O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu inesperadamente na semana passada, indicando condições estáveis no mercado de trabalho e uma recuperação no crescimento do emprego em março.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 8.000, para 205.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 14 de março, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira (19). Economistas consultados pela Reuters previam 215.000 pedidos para a última semana.

As demissões permaneceram relativamente baixas, mesmo com as empresas relutando em aumentar o número de funcionários devido à incerteza causada pelas tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump. A repressão à imigração do governo Trump também prejudicou o crescimento do emprego, segundo os economistas.

A Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou as tarifas, que foram aplicadas de acordo com uma lei destinada a ser usada em emergências nacionais, mas Trump impôs uma taxa global de 10%, que, segundo ele, aumentaria para 15%. Além disso, as empresas ainda enfrentam mais incertezas devido ao conflito no Oriente Médio que envolve EUA, Israel e Irã, aumentando os preços do petróleo em mais de 40% desde o início do conflito no final de fevereiro.

Na quarta-feira (18), o Federal Reserve manteve sua taxa de juros de referência na faixa de 3,50% a 3,75%. As autoridades projetaram uma inflação mais alta, taxa de desemprego estável e apenas uma única redução nos custos de empréstimos este ano.

Os dados dos pedidos de auxílio cobriram o período durante o qual o governo pesquisa empresas para o relatório de emprego de março.