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XP, JPMorgan e Itaú revisam expectativas após alta do petróleo

XP, JPMorgan e Itaú revisam expectativas após alta do petróleo

O cenário para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima quarta-feira ficou mais conservador nos últimos dias, com revisões relevantes entre grandes casas após a escalada do petróleo no rastro da guerra do Irã.

A XP abandonou a expectativa de corte de 0,50 ponto percentual e passou a prever manutenção da Selic em 15% ao ano.

Já JPMorgan e Itaú BBA revisaram suas projeções para um início de afrouxamento mais cauteloso, com corte de 0,25 ponto na taxa básica.

No pano de fundo, o fim de semana manteve a dúvida sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e preservou o petróleo em torno de US$ 100 por barril, impedindo uma acomodação mais clara do risco externo.

Os economistas apontam que a alta do petróleo alterou o balanço de riscos para a inflação e tornou mais delicada a largada do ciclo de cortes.

A divergência está em medir quanto isso muda a decisão desta semana.